sábado, 9 de abril de 2011

Dica do Dia


"A perda da floresta significa imensa perda de diversidade de vida.
Se não conseguirmos criar corredores interligando os remanescentes da Mata Atlântica, inúmeros animais e plantas não poderão estabelecer a troca genética com e em outros grupos, necessária ao fortalecimento e à continuidade das espécies.
Se não cuidarmos das florestas, estaremos matando muitas vidas."

Pensamento do dia

"A BELEZA DO UNIVERSO REVELA TODA A SUA GRANDEZA"

quarta-feira, 6 de abril de 2011

BIOMA PAMPA

O Pampa é a única grande área natural restrita a um único estado brasileiro,o Rio Grande do Sul. O bioma avança para o Uruguai e a Argentina. É exclusivo do sul da América do Sul. O Pampa ocupa pouco mais de dois por cento do território nacional, de acordo com o Mapa de Biomas do Brasil, do IBGE. O Pampa inclui outros ecossistemas, além do campo propriamente dito. Os Banhados, áreas alagadas, protegidas por lei porque são fundamentais para a reprodução da vida e para a regulagem dos ciclos da água. As Matas Ciliares ou de Galeria, que acompanham o curso dos rios e servem de refúgio para a fauna.


Entrevista com Jan Karel/Biólogo-"Durante muitas décadas, não houve estudos nos Pampas gaúchos. Eles priorizavam estudos nas florestas e com estes estudos recentes se descobriu que além da fauna típica do Pampa, como a Ema, o Ratão do banhado, a Capivara, se descobriu uma série de animais que não se tinha notícia antes, como Papa Mosca do Campo, a Curruíra do Campo, foi encontrada na Reserva do Ibirapuitã. Inclusive estudos recentes descobriram uma espécie de Tuco Tuco que não era conhecida da Ciência ainda. Estes estudos são necessários para ajudar a preservar espécies ameaçadas de extinção como o Veado Campeiro e o Lobo Guará, que vivem aqui no Pampa do Rio Grande do Sul".


A vinda do gado da Europa, a partir do século 17, ajudou a moldar a paisagem do Pampa. Os cientistas afirmam que se não fosse o gado, haveria mais floresta e menos campo no território gaúcho. No fim da década de 90, pesquisadores afirmavam que o "Pampa é uma das raras paisagens do Planeta em que a exploração humana se encontra em relativa harmonia com o ecossistema". Mas a situação vem mudando. A conservação do bioma está ameaçada em função das atividades agrícolas, como o plantio da soja.


O Capim Caninha, nativo, vem perdendo espaço para o Capim Anoni, gramínea exótica da África que parecia ser mais produtiva para alimentar o gado, mas não se mostrou tão eficiente e acabou eliminando várias espécies nativas.


As alterações climáticas também ameaçam a conservação da Biodiversidade no Pampa. Em todo o ano de 2004 choveu menos que a média aqui no Rio Grande do Sul. Em novembro, a situação começou a ficar crítica, tanto que mais de duzentos e cinqüenta municípios decretaram estado de emergência. Outra ameaça ao Pampa são as manchas de areia registradas em campos de dez municípios da região de Alegrete, terra do poeta Mário Quintana, no sudoeste do Rio Grande do Sul. Os solos, formados de arenito, são muito rasos, e ficam expostos quando impactados. A Fundação Maronna é um ong que dissemina técnicas que prevêem a sustentabilidade da produção. Uma delas consiste em ajustar a carga animal, a quantidade de gado pastando num determinando campo, de acordo com a época do ano, para conservar os campos nativo.

Autor:
Pauta: Maria Zulmira de Souza. Reportagem : Cláudia Tavares. Imagens: Edgar Luchetta. Auxiliar de Câmera : lávio Ferreira. Operador de Áudio :Ailton Alves. Edição de Imagens: Marcos Cabral. Edição de Texto: Mariene Pádua. Coorda. Produção do Quadro : Monica Kezan. Produtor Executivo: Maurício Gonçalves. Editora-Chefe : Vera Diegoli.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Mensagem do dia

JUSTIÇA, PAZ E ECOLOGIA

Para garantir a vida no Planeta precisamos construir uma nova forma de relações, um novo paradigma. Todos somos convocados e precisamos estabelecer alguns consensos para manter e cuidar da vida. Questões como pobreza, destruição ambiental, injustiças sociais, devem ser superadas para uma melhor convivência com a comunidade de vida. Antenados com os problemas mundiais, não podemos nos descuidar daqueles que acontecem em nosso próprio "quintal". É preciso agir localmente. Construir redes de cidadania, que cuidem do ambiente todo. Desta forma, viveremos os valores de Justiça, Paz e Ecologia. Não estamos isolados na luta. Conhecendo melhor nossa localidade constataremos quantas iniiciativas já existem. Junte-se a elas.
FREI JAMES lUIZ GIRARDI, OFM - RIO DE JANEIRO/RJ

Esse livro conta a história da reciclagem. Percorre a trajetória do
ser humano em busca de soluções para os resíduos que produz.
É um caminho atrelado à própria evolução econômica, social e
cultural da humanidade, desde a época da vida nas cavernas até
a expansão das cidades; da penúria das antigas guerras à atuais
promessas do mundo digital e globalizado. A industrialização e
a tecnologia tornaram os bens de consumo mais acessíveis à
população, em busca de conforto e praticidade na rotina urbana.
Papéis, plásticos, metais, vidros, embalagens em geral - o lixo,
enfim, passou a ser um grande desafio para o meio ambiente e
para a saúde, no século de luta contra as mudanças climáticas.
Conceitos como reduzir, reaproveitar e reciclar promoveram
novos hábitos nas ruas, residências, indústrias, escritórios e lojas.

Hoje, consumir e lidar com os resíduos de uma maneira responsável, preservando o planeta para as gerações futuras, envolve a força de empresas, governos e população. São pilares sobre os quais o Brasil montou o seu próprio modelo de reciclagem, que evolui a cada dia e agora é copiado por países em desenvolvimento. Cooperativas de catadores, donas de casa, empresários, prefeituras e líderes comunitários se engajam nesse processo. Nascem novos negócios somam-se benefícios sociais. Um enredo de histórias de vida, desafios, esperança de um futuro mais limpo e consciente."

Usina de Belo Monte

Karina Miotto


No dia 1 de abril a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgou um documento no qual afirma deferir a solicitação de medida cautelar contra Belo Monte. Com isso, pede ao Brasil a suspensão imediata da usina, contesta informações oficiais propagadas em torno da obra e solicita medidas em favor de comunidades tradicionais e indígenas que serão afetadas pela usina.

A comissão solicitou que antes de iniciar a construção de Belo Monte, o Brasil realize consultas prévias junto aos afetados para que cheguem a um acordo e que antes da consulta sejam informados adequadamente para que possam debater o assunto; indígenas devem ter acesso aos Estudos de Impacto Ambiental que, portanto, devem ser escritos nas línguas das diferentes etnias; o país também deve adotar medidas que garantam a sobrevivência dos atingidos e que previna a disseminação de doenças consequentes da construção da usina.

A OEA deu prazo de 15 dias para o Brasil apresentar informações a respeito destas solicitações. “A decisão da CIDH deixa claro que as decisões ditatoriais do governo brasileiro e da justiça em busca de um desenvolvimento a qualquer custo constituem uma afronta às leis do país e aos direitos humanos das populações tradicionais”, afirma Antonia Melo, coordenadora do Movimento Xingu Vivo para Sempre. "Até a presente data o governo havia criado subterfúgios para tocar o projeto adiante sem ouvir as comunidades afetadas nem os incansáveis pedidos do Ministério Público Federal, só que agora o pedido vem de um órgão do exterior. O Brasil é signatário de acordos internacionais de direitos humanos e, portanto, terá que escutar”, complementa Maíra Irigaray, advogada que atua na Associação Interamericana de Defesa Ambiental (Aida), que atua diretamente no caso. Se ignorar a Comissão, o Brasil sofrerá constrangimento político até mesmo porque vem trabalhando para assumir uma cadeira nas Nações Unidas.


No final do ano passado, diversas organizações da sociedade civil do Xingu entraram com o pedido de medidas cautelares contra a usina na Comissão Interamericana de Direitos Humanos. A interferência surte efeito. No Peru, na cidade La Oroya, uma usina que eliminava chumbo no ar e que causou a contaminação de milhares de peruanos foi fechada graças à intervenção da Comissão.

Governo reage

Durante a tarde de hoje o governo brasileiro, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, emitiu nota oficial em que se declara "perplexo" diante de decisão da OEA. “O governo tomou conhecimento, com perplexidade, das medidas que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos solicita sejam adotadas para ‘garantir a vida e a integridade pessoal dos membros dos povos indígenas’ supostamente ameaçados pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte”, afirma o comunicado que, por sua vez, não deixa claro se o Brasil irá ou não cumprir o prazo de 15 dias para se manifestar a respeito das solicitações da comissão.


Saiba mais

Belo Monte tem repercussão internacional, por Gustavo Faleiros
Indígenas no planalto contra Belo Monte, por Nathalia Clark
Construir para destruir, por Karina Miotto
Leia aqui documento da OEA ao governo brasileiro

domingo, 3 de abril de 2011

ÁGUA......

Dos 08 aos 80 anos, sempre temos o que aprender:

1. Água é vida; sem água não há vida.

2. Podemos viver sem chuva, mas não podemos viver sem água.

3. Se na nossa região não chove, não dizer que precisamos abandoná-la. Apenas precisamos aprender a conviver com pouca água.

4. Podemos conseguir água perfurando poços amazonas, poços tubulares ou trazendo de outros mananciais, por meio de tubulação, canal, carro-pipa e até de trem;

5. A água é um recurso natural como o petroléo, a madeira, o carvão; por isso não podemos desperdiçá-la.

6. A chuva é uma dádiva de DEUS, mas que não chega sempre na hora que precisamos. Quando, por uma felicidade, chega no nosso sítio, não devemos desperdiçá-las só porque chegou de graça. Devemos é apará-la na biqueira, depositando-a em cisternas, para usá-la quando as chuvas pararem.

7. Se tivermos um poço, não devemos tirar água na época da estiagem, pois assim ele irá secar logo. Todo poço precisa de um tempo de descanso para recuperar sua água devendo sempre trabalhar um tempo e descansar dois tempos para ter longa vida;

8. Elimine as algarobeiras num raio de 100 metros de seu poço, pois ela tem uma raiz sugadoras que vai buscar água longe. Ela bebe muita água e por isso choveà noite, isto é ela bebe tanta água que à noite devolve à atmosfera. A algarobeira não é nordestina; na região de onde ela veio a atmosfera é muito seca, isto é não tem muita umidade, por isso ela precisava fazer chover à noite. Aqui no Semi-Árido do Nordeste do Brasil ela esta competindo conosco, na luta pela pouca água que temos n subsolo;

9. Você sabia que água é como gente? Pois é! Água tem alma e esqueleto. O Sol, quando leva água dos nossos açudes, só leva a almapara as nuvens, deixando nos açudes o esqueleto, que são todas as sujeiras: os sais, os agrotóxicos, os coliformes fecais e todos os bichinhos que transmitem doenças às pessoas.

10. O Sol não brinca em serviço. Todo ano ele leva 2 (dois) metros de água qualquer açude. Se o açude é raso, ele o seca totalmente, deixando apenas as sujeirinhas e os sais. Quando acaba a água ele continua sugando a umidade do solo até rachar. Às vezes, o fundo do açude fica esbranquiçado pelo sal que se acumula.

11. Quando o açude é muito profundo, o Sol vai retirando a alma, que é a água doce, deixando os esqueletos e, se o açude passar muitos anos sem sangrar, a água vai ficar tantos esqueletos que se torna salobra.

12. A água salobra pode não servir para o consumo das pessoas, mas pode servir para os animais, principalmente para os caprinos.

13. Quando só dispomos de água salobra, podemos separar os sais e todas as sujeiras, com um equipamento moderno chamado dessalinizador. Um dessalinizador não é um bicho do outro mundo. É apenas um coador moderno que filtra a água de tal modo que só deixar passar a alma que é a água doce, fazendo portanto, o mesmo papel do sol. Ele separa a água salmoura que é o resíduo líquido, que não serve para o consumo humano mas serve para uso na limpeza. A salmoura não deve ser usada para irrigar plantas nem ser lançada no riachos. Deve ser depositada em tanques rasos para evaporar e depois aproveitar o sal.

14. Não sei se você sabe, mas água nasce. Quem nasce é pé-de-milho, pé-de-feijão. Água surge, isto é, precisa entrar num lugar para sair em outro. Por isso, na nossa região, quando para de chover, logo os corregos, riachos e rios param de correr. Até as fontes de água nos períodos de estiagem começam a minguar e terminam secando;

15. As águas dos poços profundos ou tubulares são resultantes das chuvas dos invernos passados, cujas águas se infiltraram lentamente no solo e ficaram guardadas. Quando passam alguns anos com pouca chuva os poços profundos também secam.

16. Se água nascesse seria muito bom! Era só sair por aí plantando gotas d'água para nascer pé-de-água e assim poderíamos gastar sem controle;

17. A água nem cresce nem diminui! Ela é finita, enquanto a população não para de crescer e o seu consumo pela indústria e pela agricultura cresce mais do que a população;

18. A agricultura irrigada consome 85% da água doce disponível, enquanto a indústria consome 10% e nos demais usos apenas 5%.

19. A água, como um todo, é finita e constante, porém a água doce, a que serve para o consumo humano e animal, a indústria e a agricultura vem diminuindo a cada instante. Sabe por que? Porque estamos poluindo os nosso mananciais.

20. Pois é, o ser humano vem a cada instante poluindo tudo, sujando os rios os lagos e até o mar.

21. Você sabia que a maior parte da água do planeta Terra está no mar? Pois é, no mar estão 95% da água doce do planeta. Os 5% restantes são assim distribuidos: 2,20% nas calotas polares e geleiras; 2,28% no subsolo como água subterrâneas; 0,01% nos lagos e pântanos e, 0,01% na atmosfera e rios;

22. Quem salvaa maior parte da água da poluição é o Sol, a outra parteprocurase infiltrar no solo para formar as águas subterrâneas ou corre para o mar, para se juntar às que já estão salgadas.

23. Nem estando no mar a água se livra da ação do homem e da mulher também, que estão pouindo o mar. O Sol vai buscar a maior parte da água doce no mar para formar as nuvens.

24. Agora já sabemos que água não nasce, não se suja, nem é salobra, nem salgada, apenas ela está carregandoas sujeiras, as podridões, os sais em menores ou maiores quantidades, porém não se mistura. O Sol sabe disso há muito tempo e sempre que precisa vai buscar onde estiver exposta.25. As plantas também sabem limpar a água de que precisam e o fazem pelo processo natural, chamado de osmose, o processo artificial de tirar o sal e as sujeiras da água, é o inverso da osmose e foi apelidado de osmose reversa.

26. É burrice de nossa parte desperdiçar um recurso escasso como a água doce. Você já viu alguem desperdiçar ouro? A água doce será o ouro líquido do século XXI, portanto não pode ser desperdiçada;

27. Existem muitas maneiras de economizar água doce:
a.. no escovar os dentes
b.. no lavar as mãos
c.. nas descargas dos sanitários
d.. na lavagem da casa
e.. na lavagem dos pratos
f.. no banho
g.. na lavagem dos carros - são tantas maneiras que não dá nem para declinar, pois cada pessoa, conforme sua atividade, é que tem de descobrir a melhor maneira de evitar o desperdício

28. Podemos aprovitar todas as águas servidas para reutilizá-las em outras atividades e outras finalidades, por exemplo:
a.. na irritação subterrânea de pomares, que pode ser feita até com efluentes das fossas, através de tubulações perfuradas e enterradas cerca de um metro abaixo do nível do solo. As plantas, pelo processo de osmose retira a água doce, os sais minerais e a matéria orgânica que necessitam para a sua sobrevivência, nem mais nem menos do que precisa. Planta não desperdiça água e até sabe economizar. Quando as árvores percebem que vai faltar água, isto é, vem verão ou seca, elas logo soltam todas as folhas para não perderem a água doce pela evapotranspiração, que é feita pelas folhas. É como se fosse o nosso suor pela pele. Planta é sabida mesmo.

29. Quando estamos poluindo um manancial, que ode ser um poço, um açude, um rio, o mar, só estamos criando problemas para nós mesmos e principalmente para os nossos descendentes;

30. Não devemos destruir as matas ciliares dos rios, se não eles morrem. Os rios são como gente, que não pode ficar sem os cílios dos olhos, senão entra poeira e cisco nos olhos. Os rios, riachos e córregos, quando perdem as matas ciliares, ficam totalmente desprotegidas e aí as enxurradas das chuvas carreiam a terra para dentro deles, entupindo-os e então dizem que ele está doente, isto é, assoreado.

31. As terras que correm nos rios vão parar nos açudes, provocando o assoreamento. Tem açude que perde a sua capacidade de acumular água doce pelo assoreamento.

32. Fazer fossas muito perto de poços, riachos, açudes, isto é, a menos de

30 metros, é errado, pois poderá contaminar essas fontes de água, que são os mananciais.

33. Com os dessalinizadores, podemos aproveitar todas as águas servidas, salobras e salgadas. Num futuro não muito distante, a humanidade vai ter que usar todas essas águas, principalmente as dos mares, pois é lá que está a maior parte da água doce (95%) do Planeta Terra. Já imaginou a besterira que fazemos quando poluímos os mares e oceanos?

34. Já deu para sentir que tudo tem seu custo, e para que a água doce nossa de cada dia não custe os olhos da cara, teremos que dar mais de um uso para ela, isto é, fazendo a reutilização ou o reuso.

35. No próximo milênio, vamos depender demais do reuso das águas servidas;

36. Com os conhecimentos que temos agora, não iremos nunca mais desperdiçar água e não precisamos mais abandonar o nosso sítio, só porque não tivemos chuvas, pois sabemos que podemos viver sem chuva, só não podemos viver é sem água. A chuva é uma dádiva de DEUS, mas a distribuição de água doce, da água de beber é uma obrigação do Governo.

37. Vamos agora aprender a definição do bem maior da vida, para o qual não existe sucedâneo/substituto:

ÁGUA DOCE - é um recurso renovável, porém finito e de ocorrência aleatória.
a.. renovável: - pela capacidade de se recompor em quantidade, principalmente pelas chuvas e por sua capacidade de absorver poluentes:
b.. finito: - os mananciais não são incrementados, muito pelo contrário, definham pela ação destruidora do homem;
c.. aleatório: - distribui-se de modo irregular no tempo e no espaço, em função das condições geográficas, climáticas e meteorológicas.