sábado, 5 de junho de 2010

Semana do Meio Ambiente


o GEAN continua realizando várias atividades até dia 9 de junho, sendo que já realizou um programa na Rádio Difusora sobre BIODIVERSIDADE - ANO INTERNACIONAL - 2010.

Domingo será o dia da reflexão que vai nos levar a compreender a dinâmica do Planeta Terra e tudo o que está acontecendo de extraordinário no clima da terra, e o que nos leva a pensar no tão falado AQUECIMENTO GLOBAL.

5 DE JUNHO




Dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, o GEAN-Grupo Ecológico Amantes da Natureza as atividades da semana com a distribuição de fitinhas verdes que eram colocadas no braço das pessoas que naquele momento passavam a se comprometerem com a preservação do meio ambiente, realizando alguma ação que nunca haviam realizado antes ou continuar realizando aquelas que já estava acostumada a realizar e acima de tudo levar a cada pessoa parente, amiga, vizinha a realizar também uma atividade ecológica interessante e importante para ela ou para a comunidade.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Calendário Ecológico



Maio e junho: meio ambiente em destaqueNo último mês do outono, temos três datas muito importantes para o trabalho de conservação do meio ambiente: • 22 de maio, Dia Internacional da Biodiversidade. É fundamental preservara biodiversidade do planeta. E o Brasil é ocampeão da biodiversidade no mundo. • 27 de maio, Dia da Mata Atlântica.Um dos biomas mais ricos e surpreendentes domundo está ameaçado de extinção. Precisamosproteger cada metro quadrado da mata e cadaespécie nativa. • 5 de junho, Dia do Meio Ambiente. O mundo celebra a natureza. No Brasil, temosa Amazônia ameaçada, o imenso litoral do paíscorrendo sérios riscos ambientais, a eterna quedade braço entre o desenvolvimento a qualquercusto e a necessidade de preservação. Todos estes são motivos para muita reflexão – e ação.

domingo, 30 de maio de 2010

SERÁ QUE VAI SOBRAR PARA A RESERVA BIOLÓGICA DO MATO GRANDE?

Governadora firma convênio com Banco Mundial para preservação da biodiversidade gaúcha
Em Brasília, a governadora Yeda Crusius firmou, na terça-feira (25/05), um importante acordo que reforça a parceria do Estado com o Banco Mundial: a doação de US$ 5 milhões do Fundo Global para o Meio Ambiente ao projeto de preservação da biodiversidade gaúcha, o RS Biodiversidade. "Este é um contrato inovador que possibilitará um modelo de sustentabilidade para o futuro", disse Yeda, ao firmar o contrato com o diretor do Bando Mundial para o Brasil, Makhter Diop.
O projeto busca conservar o Bioma Pampa e terá contrapartidas de US$ 6,1 milhões por parte do Governo.
De acordo com a governadora, o Estado atuará em 33 municípios e em 900 propriedades rurais, que abrangem quatro microrregiões do pampa.
"São cidades de uma área deprimida.
Esta parceria ajudará na produção sustentável", frisou.
Yeda destacou ainda que o Banco Mundial já trabalhou com todos os biomas brasileiros. "Agora é a vez do pampa", completou.
Sobre a relação com a organização financeira, afirmou: "O Banco é um agente que nos permite inovar. A confiança se reforça pelo objetivo em comum". O projeto terá duração de cinco anos.
Para Diop, a medida irá preservar espécies ameaçadas, além de ajudar os próprios produtores rurais. "Poderemos exportar essa experiência para o outro lado da fronteira do Rio Grande do Sul", comunicou, durante a reunião com Yeda Crusius. "As lições aprendidas das comunidades, de como integrar a produção com a conservação em um ambiente sensível, podem se reverter em grandes retornos para a preservação da biodiversidade", completou. Com o projeto, o Governo irá promover o desenvolvimento regional por meio da recuperação da fauna e da flora do pampa.
Pela proposta, a biodiversidade será compatibilizada com as atividades de agricultura, silvicultura e pecuária.
Essas ações acontecerão em 16 unidades demonstrativas de manejo sustentável.
Após a primeira reunião com o grupo de trabalho responsável, no dia 15 de junho, parte do dinheiro será liberada. Assim que for gastando e comprovando as despesas, os gestores do projeto terão acesso ao total do financiamento a fundo perdido. A parcela estadual servirá para, entre outras atividades, o pagamento da estrutura necessária ao programa. Parte dos recursos será repassada aos produtores para a implementação das ações nas unidades rurais. Fonte: APEDeMA/RS-Via e-mail

ECOPEDAGOGIA

A Ecopedagogia como pedagogia apropriada ao processo da Carta da Terra
Por Moacir Gadotti *
O conceito de Ecopedagogia está relacionado com a sustentabilidade, para além da economia e da ecologia. A ecopedagogia inclui abordagens da planetaridade, educação para o futuro, cidadania planetária, virtualidade e a Pedagogia da Terra. A meta deste enfoque é discutir os paradigmas da Terra como uma comunidade global. Os princípios da Ecopeda-gogia são mais amplos do que a educação ambiental, desde que seu debate inclui processos de "co-educação", no marco da cultura de sustentabilidade, dentro e fora das escolas. A sustentabilidade educativa está além das nossas relações com o ambiente – ela se insere desde o quotidiano da vida, o profundo valor da nossa existência e nossos projetos de vida no Planeta Terra. Neste sentido, a Ecopedagogia, ou Pedagogia da Terra, é algo mais apropriado para a construção coletiva da Carta da Terra.
Mais em > Transnet.NING

Participe

Obrigado por participar da campanha para salvar o Código Florestal Brasileiro. As mudanças propostas podem causar uma enorme perda para a proteção ambiental no Brasil. Nós não podemos caminhar na direção oposta de um futuro sustentável - vamos precisar de uma mobilizaçåo massiva para derrotar a poderosa bancada ruralista, mostrando que queremos a preservação e não o desmatamento! Avise seus amigos AGORA, peça que eles assinem a petição no link e encaminhem o alerta abaixo:http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/97.php?cl_tta_sign=29a6c2c0b0a800e26c361ea439d0fcd6Obrigado mais uma vez pela sua ajuda, Graziela, Alice, Iain, Paul, Ben, Ricken, Milena, Raluca e a equipe Avaaz----------------------------------Caros amigos,Próxima terça-feira dia 1 de junho nossas florestas irão sofrer um ataque perigoso – deputados da “bancada ruralista” irão introduzir uma proposta para destruir o nosso Código Florestal, tentando reduzir dramaticamente as áreas protegidas, incentivando o desmatamento e crimes ambientais.O que é mais revoltante, é que os responsáveis por revisar essa importante lei são justamente os ruralistas, representantes do grande agronegócio. É como deixar a raposa cuidando do galinheiro!Há um verdadeiro risco da Câmara aprovar a proposta ruralista – mas existem também alguns deputados que defendem o Código e outros estão indecisos. Nos próximos dias, uma mobilização massiva contra tentativas de alterar o Código, pode ganhar o apoio dos indecisos. Vamos deixar claro para os nossos deputados que nós brasileiros estamos comprometidos com a proteção dos nossos recursos naturais – clique abaixo para assinar a petição em defesa do Código Florestal e depois encaminhe esta mensagem par os seus amigos:http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/97.php?cl_tta_sign=29a6c2c0b0a800e26c361ea439d0fcd6 Enquanto o mundo todo está discutindo como preservar nossas florestas para futuras gerações, um grupo de deputados está fazendo exatamente o contrário: estão tentando entregar as nossas florestas para os responsáveis pela devastação e desmatamento do Centro-Oeste e da Amazônia. As alterações servem apenas para os latifúndios se expandirem mais, se houvesse uma revisão no Código, deveria ser para fortalecer proteções ao meio ambiente e apoiar pequenos produtores, e não para enriquecer o agronegócio.As propostas absurdas incluem:* Reduzir a Reserva Legal na Amazônia de 80% para 50%* Reduzir as Áreas de Preservação Permanente como margens de rios e lagoas, encostas e topos de morro:* Anistia aos crimes ambientais, sem tornar o reflorestamento da área uma obrigação* Transferir a legislação ambiental para o nível estatal, removendo o controle federalEssa não é uma escolha entre ambientalismo e desenvolvimento, um estudo recente mostra que o Brasil ainda tem 100 milhões de hectares de terra disponíveis para a agricultura, sem ter que desmatar um único hectare da Amazônia.A proteção das floretas e comunidades rurais depende do Código Florestal, assim como a prevenção das mudanças climáticas e a luta contra a desigualdade do campo. Assine a petição para salvar o Código Florestal e depois divulgue!http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/97.php?cl_tta_sign=29a6c2c0b0a800e26c361ea439d0fcd6 Juntos nós aprovamos a Ficha Limpa na Câmara e no Senado. Se agirmos juntos novamente pelas nossas florestas nós podemos fazer do Brasil um modelo internacional de desenvolvimento aliado à preservação.Com esperança,Graziela, Alice, Paul, Luis, Ricken, Pascal, Iain and the entire Avaaz teamSaiba mais:País tem 100 mi de hectares sem proteção - Estado de São Paulo:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100505/not_imp547054,0.phpEstudos ressaltam importância ambiental do Código Florestal - WWF:http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?24940/Estudos-ressaltam-importancia-ambiental-do-Codigo-Florestal

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Hoje é dia da Mata Atlântica

Do total de Mata Atlântica que havia no Brasil originalmente, restam, hoje, apenas 7,9% em áreas acima de 100 hectares e 11,4%, se considerarmos os fragmentos de floresta acima de três hectares. De acordo com o relatório apresentado ontem pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, essa quantidade continua a diminuir a cada ano.Às vésperas do Dia Nacional da Mata Atlântica, as duas entidades divulgaram dados parciais do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, referentes ao período de 2008 a 2010. O que se sabe, até agora, é que foram desmatados pelo menos 20.867 hectares de floresta, área equivalente à metade da cidade de Curitiba (PR), ainda assim, houve uma queda de 21% na taxa média anual, se comparado ao período de 2005 a 2008. O relatório avaliou 94.912.769 hectares e revela a atual situação de nove dos 17 estados que possuem resquícios da floresta – Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.Os estados que mais destruíram a cobertura vegetal são Minas Gerais, que desmatou 12.524 hectares, 15% a mais do que no período de 2005 a 2008; Paraná, que retirou 2.699 hectares de floresta, mas melhorou sua atuação em 19% em comparação ao período anterior; Santa Catarina, que apesar de ter eliminado 2.149 hectares, tem uma taxa de desmatamento 75% menor e o Rio Grande do Sul, que apesar de estar em 4º lugar no ranking de desmatadores, aumentou a destruição do bioma em 83%, passando de 1.039 hectares/ano de 2005 a 2008 para 1.897 hectares de 2008 a 2010.De acordo com o relatório, as principais causas para o desmatamento em Minas Gerais – os cinco municípios que mais desmataram são mineiros – são a expansão da agropecuária e a exploração do carvão vegetal para siderurgia.Mário Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, observa que “os estados que eram os campeões de desmatamento, como é o caso do Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, estão deixando de ser os estados que mais desmatam”. Para ele, a Lei da Mata Atlântica, a regulamentação dos estados e um ganho na eficiência da fiscalização, além de maior atenção das ONGs ao assunto têm contribuído para isso.Márica Hirota, coordenadora do Atlas pela SOS Mata Atlântica, alerta que uma questão chave para a redução da destruição da floresta é a elaboração de planos diretores de zoneamento municipal, o que não ocorre na maior parte dos municípios brasileiros. Isso porque a região de Mata Atlântica no país abriga 112 milhões de pessoas, ou seja 65% da população total, em 3.222 cidades. “Temos que deixar de olhar para a floresta apenas como uma protetora da biodiversidade e passar a vê-la como um bem que atinge diretamente as pessoas, seja por meio dos recursos naturais, seja por meio dos serviços ambientais que presta”.A intenção é que, até o final do ano, os dados do bioma referentes aos 17 estados sejam apresentados em forma de um novo mapa da Mata Atlântica, batizado de “Mapa Zero”, que será entregue ao (à) novo(a) presidente da república e aos governos estaduais para que eles possam “monitorar o desempenho ao longo dos próximos anos, evitando novos desmatamentos, preservando as novas coberturas florestais nativas quanto criando novas áreas de conservação”.